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Desconto no workshop “O sentido da vida” segue até dia 20

Até a próxima sexta- feira, dia 20 de novembro, as inscrições para o Workshop em Constelações Integrativas “O sentido da vida – ressignificando o caminho” recebem desconto, sendo que o valor para participação nos dois dias é de R$ 700. O evento irá ocorrer nos dias 28 e 29 de novembro no sítio Pedacinho do Céu, em Colombo, próximo de Curitiba. Aqueles que quiserem, podem pernoitar no local. Para mais informações sobre hospedagem basta entrar em contato com o sítio pelos telefones (41)3656-4268 ou 9208-9989.

Veja todos os detalhes do workshop no link www.nucleopsi.com.br/agenda/workshop-em-constelacoes-integrativas-o-sentido-da-vida-ressignificando-o-caminho

 

 

 

Workshop de novembro recebe inscrições com desconto até dia 20

O Workshop em Constelações Integrativas do mês de novembro recebe inscrições com desconto até o dia 20. “O sentido da vida: ressignificando o caminho” é o tema do evento, que irá ocorrer no sítio Pedacinho do Céu, no final de semana dos dias 28 e 29 de novembro. As inscrições podem ser feitas pelo site ao clicar aqui.

Você já se perguntou qual o sentido da sua vida?

“Para encontrar o sentido da vida é necessário estar presente”, diz Tereza Brandão, diretora do Núcleo de Psicologia. Segundo ela, é no presente que um movimento mais intuitivo surge e conflui e assim podemos observar os resultados criativos desta sincronização. Para afinar esse encontro, nos dias 28 e 29 de novembro será realizado o workshop em Constelações Integrativas com o tema “O sentido da vida: ressignificando o caminho”, que irá ocorrer em meio à natureza.

Constelações Familiares – Família: crianças, adolescentes e todas as gerações

“Há várias maneiras como a linguagem individual e familiar nos indicam onde há algo que precisamos olhar mais de perto, para caminhar à solução e sair dos emaranhamentos”.

Neste vídeo, Tereza Brandão fala sobre o universo familiar nas Constelações Integrativas, que foi tema do workshop “Família: crianças, adolescentes e todas as gerações, no dia 9 de outubro no Sítio Pedacinho do Céu.

Como a presença do pai faz a diferença no desenvolvimento do filho

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Naturalmente, após carregar o filho por tantos meses até seu nascimento, a mãe sente-se mais dona da criança e muitas vezes essa dinâmica de unidade mãe e filho é tão estreita que não abre espaço para o pai. Nos primeiros meses do recém nascido, muitos casais chegam a romper o relacionamento, pois o pai passa a assumir uma terceira posição. A unidade e a cumplicidade com a mulher se modificam com a chegada do filho, o que é saudável.

No momento em que o homem cede lugar à criança recém chegada é quando também nasce o pai. “Se a mãe carrega o filho, é o pai que o nomeia, que o apresenta ao mundo como seu filho”, explica a psicoterapeuta e diretora do Núcleo de Psicologia Clínica de Curitiba, Tereza Brandão.

Para que esse processo ocorra de maneira harmoniosa, a mãe deve incluir o pai facilitando a sua participação desde a gestação até o parto e mesmo no primeiro ano de vida, quando o bebê necessita de mais atenção devido a sua fragilidade. “Se a mulher exclui o pai, a criança é prejudicada, pois o filho é o pai e a mãe”, diz Tereza. Entretanto, da mesma maneira em que o pai precisa dar lugar ao filho, a mãe deve ceder lugar ao pai, pois quando nasce a criança nasce a família. Antes de o bebê vir a este mundo eles ainda são parceiros, mas com a chegada da criança surge uma família.

Resgate

À medida em que a criança muda de fase, os adultos repassam as suas histórias. “Eles atualizam a sua história através do processo de desenvolvimento e crescimento do filho”, ressalta Tereza. Essa situação, entretanto, se torna desafiadora quando os traumas dos pais ressurgem na lembrança ao lidar com a criança, inclusive porque as emoções são muito intensas. “Enquanto pais estamos desafiados a lidar com nossas emoções e sentimentos e crescer emocionalmente”, conta Tereza.

Segundo a psicóloga, os registros que os pais vão resolvendo permitem uma evolução de uma consciência amorosa e de uma qualidade amorosa na relação com os filhos. “É como se o adulto pudesse resgatar o amor por si mesmo. Ele pode reparar aquilo para ele e para a criança”, esclarece.

O pai compassivo desenvolve a empatia e consegue sentir aquilo que o filho está vivendo, o que resulta em uma relação harmoniosa. Já o pai severo precisa verificar suas memórias, como ele está em relação a própria história, pois está repetindo padrões e não consegue atualizar seu comportamento no presente.

Reconexão

O homem, ao se reconectar com a criança que foi, com a memória de uma criança livre, é o que dá sustentação para o movimento de confiança e paz. Esse masculino sensível e amoroso é condição de consciência de paz para o mundo. De acordo com Tereza, terapeuticamente, o homem necessita reconstruir essa integridade com o seu ser essencial, pois quando ele lida com o que está acontecendo agora é diferente de quando lida com o que aconteceu.

Para se reconectar consigo mesmo e, consequentemente, se abrir para uma relação de amor com o filho, o pai necessita voltar o seu olhar para as situações de desarmonia de sua infância até o momento presente. Esse processo se torna possível através da experiência em Constelações Integrativas que, nos dias 22 e 23 de agosto abordará a temática “Pai, homem, homem e mulher” em um workshop ministrado por Tereza Brandão, em Curitiba. Neste workshop, os participantes terão a oportunidade de olhar para as relações afetivas que têm como referência os pares: pai e mãe, masculino e feminino. A partir dessa perspectiva, será possível ampliar a compreensão sobre os relacionamentos e verificar quais situações precisam ser reparadas e aprofundadas a fim de trazer harmonia.

Para mais informações sobre o workshop, basta acessar o site www.nucleopsi.com.br/agenda.

Tereza Brandão fala sobre Constelações na Revista Mandala

A diretora do Núcleo de Psicologia Clínica de Curitiba, Tereza Brandão, concedeu entrevista para a matéria “As Constelações de Hellinger” publicada recentemente na primeira edição da Revista Mandala, uma publicação digital sobre temas de autoconhecimento, ciência, espiritualidade e qualidade de vida.

A reportagem traz o universo das Constelações, abordagem desenvolvida pelo psicoterapeuta alemão Bert Hellinger e que é uma das linhas de trabalho oferecidas pelo Núcleo de Psicologia. Para explicar as Constelações, Tereza falou sobre o conceito de família: “Família nao é só pai, mãe e filhos. A família é um sistema ao longo do tempo, um sistema transgeracional. Você está no presente, mas (durante a constelação) também tem ali todos os tempos e história das gerações”.

Leia a matéria na íntegra aqui.

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