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Constelações às quintas-feiras seguem até 17/12

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Grupo que participou do workshop em Constelações “O sentido da vida”, realizado no último final de semana, no sítio Pedacinho do Céu

 

As constelações “Olhar como novo olhar”, que acontecem às quintas-feiras no Núcleo de Psicologia Clínica, seguem até o dia 17 de dezembro, então aqueles que pretendem olhar para questões pessoais têm ainda três semanas para participarem das constelações com Tereza Brandão. Os encontros retornam no dia 28 de janeiro de 2016, sendo que as inscrições podem ser realizadas através do site no seguinte link: http://nucleopsi.com.br/agenda/olhar-com-novo-olhar

As Constelações Integrativas são um trabalho de dinâmica em grupo sem pré-requisitos e se destinam a quem deseja obter um maior esclarecimento sobre questões que permeiam a sua vida, seja no âmbito pessoal ou profissional. Além dos encontros semanais, mensalmente são realizados workshops temáticos, com duração de dois dias, em que há um aprofundamento na atividade.

Para mais informações, escreva para nucleopsi@nucleopsi.com.br ou ligue para o (41) 3079-5596.

Workshop “O sentido da vida” ocorre neste final de semana

O Workshop em Constelações Integrativas do mês de novembro entitulado “O sentido da vida: ressignificando o caminho” ocorre no próximo sábado e domingo, dias 28 e 29, no sítio Pedacinho do Céu, um lugar incrível em meio à natureza, no município de Colombo/PR. As inscrições ainda podem ser feitas pelo site ao clicar aqui.

A vida é viva, por isso temos que sair do automático e nos voltarmos para o presente, com consciência e auto-observação e resgatar a autonomia de tomar a própria vida nas nossas mãos. É no presente que um movimento mais intuitivo surge e conflui e assim podemos observar os resultados criativos dessa sincronização.

As atividades iniciam às 9h e encerram às 19h nos dois dias, portanto o workshop é uma oportunidade de aprofundar essas questões.

 

Desconto no workshop “O sentido da vida” segue até dia 20

Até a próxima sexta- feira, dia 20 de novembro, as inscrições para o Workshop em Constelações Integrativas “O sentido da vida – ressignificando o caminho” recebem desconto, sendo que o valor para participação nos dois dias é de R$ 700. O evento irá ocorrer nos dias 28 e 29 de novembro no sítio Pedacinho do Céu, em Colombo, próximo de Curitiba. Aqueles que quiserem, podem pernoitar no local. Para mais informações sobre hospedagem basta entrar em contato com o sítio pelos telefones (41)3656-4268 ou 9208-9989.

Veja todos os detalhes do workshop no link www.nucleopsi.com.br/agenda/workshop-em-constelacoes-integrativas-o-sentido-da-vida-ressignificando-o-caminho

 

 

 

Workshop de novembro recebe inscrições com desconto até dia 20

O Workshop em Constelações Integrativas do mês de novembro recebe inscrições com desconto até o dia 20. “O sentido da vida: ressignificando o caminho” é o tema do evento, que irá ocorrer no sítio Pedacinho do Céu, no final de semana dos dias 28 e 29 de novembro. As inscrições podem ser feitas pelo site ao clicar aqui.

Você já se perguntou qual o sentido da sua vida?

“Para encontrar o sentido da vida é necessário estar presente”, diz Tereza Brandão, diretora do Núcleo de Psicologia. Segundo ela, é no presente que um movimento mais intuitivo surge e conflui e assim podemos observar os resultados criativos desta sincronização. Para afinar esse encontro, nos dias 28 e 29 de novembro será realizado o workshop em Constelações Integrativas com o tema “O sentido da vida: ressignificando o caminho”, que irá ocorrer em meio à natureza.

Constelações Familiares – Família: crianças, adolescentes e todas as gerações

“Há várias maneiras como a linguagem individual e familiar nos indicam onde há algo que precisamos olhar mais de perto, para caminhar à solução e sair dos emaranhamentos”.

Neste vídeo, Tereza Brandão fala sobre o universo familiar nas Constelações Integrativas, que foi tema do workshop “Família: crianças, adolescentes e todas as gerações, no dia 9 de outubro no Sítio Pedacinho do Céu.

Como a presença do pai faz a diferença no desenvolvimento do filho

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Naturalmente, após carregar o filho por tantos meses até seu nascimento, a mãe sente-se mais dona da criança e muitas vezes essa dinâmica de unidade mãe e filho é tão estreita que não abre espaço para o pai. Nos primeiros meses do recém nascido, muitos casais chegam a romper o relacionamento, pois o pai passa a assumir uma terceira posição. A unidade e a cumplicidade com a mulher se modificam com a chegada do filho, o que é saudável.

No momento em que o homem cede lugar à criança recém chegada é quando também nasce o pai. “Se a mãe carrega o filho, é o pai que o nomeia, que o apresenta ao mundo como seu filho”, explica a psicoterapeuta e diretora do Núcleo de Psicologia Clínica de Curitiba, Tereza Brandão.

Para que esse processo ocorra de maneira harmoniosa, a mãe deve incluir o pai facilitando a sua participação desde a gestação até o parto e mesmo no primeiro ano de vida, quando o bebê necessita de mais atenção devido a sua fragilidade. “Se a mulher exclui o pai, a criança é prejudicada, pois o filho é o pai e a mãe”, diz Tereza. Entretanto, da mesma maneira em que o pai precisa dar lugar ao filho, a mãe deve ceder lugar ao pai, pois quando nasce a criança nasce a família. Antes de o bebê vir a este mundo eles ainda são parceiros, mas com a chegada da criança surge uma família.

Resgate

À medida em que a criança muda de fase, os adultos repassam as suas histórias. “Eles atualizam a sua história através do processo de desenvolvimento e crescimento do filho”, ressalta Tereza. Essa situação, entretanto, se torna desafiadora quando os traumas dos pais ressurgem na lembrança ao lidar com a criança, inclusive porque as emoções são muito intensas. “Enquanto pais estamos desafiados a lidar com nossas emoções e sentimentos e crescer emocionalmente”, conta Tereza.

Segundo a psicóloga, os registros que os pais vão resolvendo permitem uma evolução de uma consciência amorosa e de uma qualidade amorosa na relação com os filhos. “É como se o adulto pudesse resgatar o amor por si mesmo. Ele pode reparar aquilo para ele e para a criança”, esclarece.

O pai compassivo desenvolve a empatia e consegue sentir aquilo que o filho está vivendo, o que resulta em uma relação harmoniosa. Já o pai severo precisa verificar suas memórias, como ele está em relação a própria história, pois está repetindo padrões e não consegue atualizar seu comportamento no presente.

Reconexão

O homem, ao se reconectar com a criança que foi, com a memória de uma criança livre, é o que dá sustentação para o movimento de confiança e paz. Esse masculino sensível e amoroso é condição de consciência de paz para o mundo. De acordo com Tereza, terapeuticamente, o homem necessita reconstruir essa integridade com o seu ser essencial, pois quando ele lida com o que está acontecendo agora é diferente de quando lida com o que aconteceu.

Para se reconectar consigo mesmo e, consequentemente, se abrir para uma relação de amor com o filho, o pai necessita voltar o seu olhar para as situações de desarmonia de sua infância até o momento presente. Esse processo se torna possível através da experiência em Constelações Integrativas que, nos dias 22 e 23 de agosto abordará a temática “Pai, homem, homem e mulher” em um workshop ministrado por Tereza Brandão, em Curitiba. Neste workshop, os participantes terão a oportunidade de olhar para as relações afetivas que têm como referência os pares: pai e mãe, masculino e feminino. A partir dessa perspectiva, será possível ampliar a compreensão sobre os relacionamentos e verificar quais situações precisam ser reparadas e aprofundadas a fim de trazer harmonia.

Para mais informações sobre o workshop, basta acessar o site www.nucleopsi.com.br/agenda.

Tereza Brandão fala sobre Constelações na Revista Mandala

A diretora do Núcleo de Psicologia Clínica de Curitiba, Tereza Brandão, concedeu entrevista para a matéria “As Constelações de Hellinger” publicada recentemente na primeira edição da Revista Mandala, uma publicação digital sobre temas de autoconhecimento, ciência, espiritualidade e qualidade de vida.

A reportagem traz o universo das Constelações, abordagem desenvolvida pelo psicoterapeuta alemão Bert Hellinger e que é uma das linhas de trabalho oferecidas pelo Núcleo de Psicologia. Para explicar as Constelações, Tereza falou sobre o conceito de família: “Família nao é só pai, mãe e filhos. A família é um sistema ao longo do tempo, um sistema transgeracional. Você está no presente, mas (durante a constelação) também tem ali todos os tempos e história das gerações”.

Leia a matéria na íntegra aqui.

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